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HOTELARIA

Hospedagem alternativa para a Copa do Mundo‏



Fugir dos preços abusivos e fazer boas amizades. Esses são alguns dos motivos da busca por hospedagens alternativas no Brasil, principalmente para o período da Copa do Mundo. Hostels, pensões e até casas de desconhecidos (que oferecem cômodos via internet) vem sendo cogitadas pelos turistas que querem ir para alguma das 12 cidades-sede do maior evento futebolístico do planeta.

Segundo a Demanda Turística Internacional, pesquisa realizada em 2012 pela Fundação Getúlio Vargas por encomenda do Ministério do Turismo/Embratur, naquele ano albergues, campings e casas alugadas receberam 17% dos turistas estrangeiros que vieram ao Brasil, quase um quinto do total.

Para a Copa do Mundo a expectativa é que esses campos cresçam ainda mais. O setor de albergues já sente a diferença. “Recebo consultas sobre os preços da Copa desde o ano passado, principalmente de estrangeiros. O nosso hostel sempre ofereceu passeios e outros tipos de serviço em inglês”, afirma a proprietária do Sampa Hostel (São Paulo, SP), associado à Hi Hostel Brasil, Deborah Cavalieri.
Copa do Mundo: Sampa Hostel, São Paulo - Hi Hostel Brasil Copa do Mundo: Sampa Hostel, São Paulo - Hi Hostel Brasil
O preço, claro, é um incentivo aos turistas. “A minha diária média é de 50 reais e na época da Copa ela sobe para 200. Ainda assim não tenho reclamações de preço pois os outros tipos de hospedagens estão bem mais caros”, afirma Deborah. Outro incentivo é o ambiente local: grande parte dos hostels vai colocar um telão para os hóspedes assistirem aos jogos. Outros tantos farão churrascos, happy hours e outros tipos de eventos.

Os turistas brasileiros também estão optando por hospedagens alternativas. Márcio Ripardo, um dos proprietários do Fortaleza Hostel (Fortaleza, CE), também associado a HI Hostel Brasil, afirma que 50% dos leitos do seu estabelecimento já estão ocupados para a segunda semana da Copa, quando o Brasil joga na capital cearense. “Eu acho que os hotéis estão muito caros e os turistas brasileiros estão buscando alternativas. Eles sabem que as passagens e as hospedagens tradicionais não vão abaixar”, explica Márcio.

Postado por Angela Karam - 10:58 às 13/03/2014





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