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No entorno de Belo Horizonte um museu a céu aberto



City Break 2º dia

No entorno de Belo Horizonte um museu a céu aberto

No segundo dia do City Break, fomos para Brumadinho, uma cidade a 60 quilômetros de Belo Horizonte, para conhecer o Instituto Inhotim, um dos maiores museus de arte contemporânea a céu aberto do mundo.

No entorno de Belo Horizonte um museu a céu aberto
No entorno de Belo Horizonte um museu a céu aberto

Instalado em uma antiga fazenda, o espaço reúne cerca de 500 obras de mais de cem artistas e recebe centenas de visitantes, de diversas partes do mundo, todos os dias. É bem provável que você enfrente uma fila para entrar, mas eu garanto que vale a pena. Uma curiosidade do nome fica por conta dos moradores de Brumadinho contam que o nome Inhotim surgiu no século XIX. O responsável pela antiga fazenda, que pertencia a uma mineradora, era o inglês Senhor Timothy. Mas os mineiros, que adoram abreviar as palavras, começaram a chamá-lo de “Nhô Timothy”, depois de “Nhô Tim”, até virar Inhotim.

Logo na entrada tem um espaço lindo, considerado o maior acervo de coleções botânicas, com várias espécies de plantas nativas, exóticas e raras, pra quem quiser levar pra casa. O Instituto Inhotim, ocupando a região na Mata Atlântica conta com 5 lagos ornamentais. E um belíssimo acerto de arte a céu aberto.

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O local tem aproximadamente 5 mil espécies de plantas, de todos os continentes, entre elas 1.500 espécies de Palmeiras todas imponentes como a Palmeira azul. É uma coisa linda.

A melhor maneira para desfrutar do parque é caminhando, mas se você tiver pouco tempo pegue um dos carrinhos elétricos oferecidos, custa 28 reais por pessoa e comporta até 6 passageiros.

O transporte funciona de terça a sexta das 10h às 16h e finais de semana e feriados das 10h às 17h.

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O Instituto Inhotim tem uma série de pavilhões e galerias com obras de arte e esculturas, produzidas por artistas de diferentes partes do mundo. Obras de arte e natureza interagem proporcionando uma experiência única. Até quem não gosta de museu vai ficar maravilhado.

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Nosso primeiro ponto de parada foi na Galeria Miguel Rio Branco.

Miguel é pintor, fotógrafo, diretor de cinema, além de criador de instalações multimídia. Suas fotos foram publicadas em diversas revistas, como National Geographic, Geo, entre outras. O artista tem obras em importantes museus: no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro e de São Paulo, no Centro George Pompidou, em Paris; no San Francisco Museum of Modern Art; e no Metropolitan Museum of New York.

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A segunda galeria que visitamos foi da artista Claudia Andujar. A obra da fotógrafa suíça, naturalizada brasileira, está abrigada em um prédio de tijolos aparentes, de aspecto rústico. É a décima nona galeria permanente de Inhotim, inaugurada em 2015.

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Além das obras expostas em galerias, há inúmeras peças de arte espalhadas ao ar livre, como os 98 bancos de madeira, entalhados pelo designer Hugo França. O artista transforma os resíduos florestais, como raízes, troncos e galhos, em móveis e esculturas. O primeiro banco foi instalado em Inhotim em 1990, debaixo da árvore tamboril, um dos símbolos do parque.

Aliás, Tamboril também é o nome de um dos três restaurantes instalados dentro do parque.

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Passeamos pelo Largo das Orquídeas, onde vimos dezenas de orquídeas da família Cattleya Walkeriana, uma das mais cobiçadas pelos colecionadores, abraçando os troncos de Palmeiras centenárias. Com um espaço no jardim bem à beira do lago, podemos apreciar várias espécies de orquídeas suspensas. É uma festa para os olhos e um presente para a alma.

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Depois de alimentar a alma com a beleza das orquídeas, fomos alimentar o corpo no Restaurante Tamboril. O restaurante, de cozinha internacional, tem vários ambientes, todos muito agradáveis. Uma excelente opção para repor as energias depois de longas caminhadas. O buffet é farto e bem variado, para agradar a todos os paladares. Tem carnes, massas, legumes, frutos do mar, saladas, farofa, torresminho e tentadoras sobremesas.

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Restaurante Tamboril

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Restaurante Tamboril

O valor do buffet é meio salgado, mas você pode se servir à vontade e eu garanto que vale a pena, se bobear dá para engordar uns 500 quilos. O lugar é lindo e a comida, huuuuum, uma delícia. Quem comanda tudo o que é servido no Restaurante e a simpática Chef Dailde Marinho

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Delicias mineiras

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Doces

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Chef Dailde Marinho

Depois do almoço, continuamos nosso passeio pela exposição “Através”, do artista Cildo Meireles. Esse artista plástico utiliza diversos materiais, como o caco de vidro. Nessa exposição o público pisa, literalmente, em cacos de vidro.

É uma sensação estranha, dá um pouco de medo, mas não deixa de ser interessante. Há também grades, telas de aço, painéis, cortinas de plástico.

A obra é um convite para vivenciar sensações inusitadas.

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Em outro espaço a gente vai conhecer "Desvio para o Vermelho", outra criação do artista carioca Trata-se de uma instalação composta apenas por móveis e objetos vermelhos. A cor vermelha remete à paixão, à raiva, à vida e à morte, deixa o ambiente muito intenso e provoca fortes sensações. E você passará por várias emoções visitando essa exposição

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Já quase para terminar o passeio, fomos até a Galeria da Praça, lá você pode dar uma descansada e apreciar os murais de autoria de John Ahearn, que buscam retratar a rodoviária da cidade de Brumadinho e a vida em torno dela. São esculturas realistas dos trabalhadores e de grupos de danças populares.

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A sala que abriga a instalação dos artistas canadenses Janet Cardiff e George Miller é muito curiosa. Eles colocaram 40 caixas de som, dispostas em círculo pela sala, tocando uma composição medieval para 8 coros e 5 vozes. Em cada caixa ouve-se uma voz e no meio do salão todas as vozes se encontram. É simplesmente magnífico.

Dica: Alguns pacotes do passeio a Inhotim saem da frente do hotel Holiday Inn, exatamente onde eu estava hospedada. Adorei a comodidade e segurança.

O ingresso do Instituto custa R$ 40,00, em dias normais, nas quartas-feiras a entrada é gratuita.


Saiba Mais: www.inhotim.org.br

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Clube da Esquina

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Clube da Esquina

Depois de caminhar o dia todo, se ainda tiver energia vá conhecer o Bar do Museu Clube da Esquina. O espaço nos faz reviver o importante movimento musical mineiro dos anos 1960 e 1970, aliás o mais importante depois da Tropicália. O Clube da Esquina começou em Belo Horizonte, com Milton Nascimento e os irmãos Borges (Marilton, Márcio e Lô). Depois de algum tempo Flávio Venturini, Vermelho, Tavinho Moura, Toninho Horta, Beto Guedes, Fernando Brant e Ronaldo Bastos se juntaram ao grupo.

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Caipirinha Clube da Esquina

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Clube da Esquina

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Clube da Esquina

O sucesso musical mineiro está impresso no cardápio; pratos, petiscos e bebidas foram batizados com os títulos das canções que marcaram a MPB. Comece com Debulhar o Trigo: cesta de pães com antepastos, acompanhada de Nada Será Como Antes: caipirinha de vodka de morango, limão ou abacaxi. Depois experimente Trem de Doido: iscas de frango ao molho Thai e feche a noite com o delicioso Um Sonho de Chocolate: petit gâteau com sorvete de creme.

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Cardápio Clube da Esquina

 
Há promoções na happy hour, tipo compre um drink e ganhe dois. O bar tem música ao vivo, com artistas mineiros e convidados, inclusive Rodrigo Borges, filho do Marilton e sobrinho do Lô Borges. Frequentado por gente bacana, inteligente e madura, o bar vive lotado, por isso tente reservar uma mesa com antecedência.

Saiba mais
: www.bardomuseuclubedaesquina.com

Quer saber mais desta viagem click no link abaixo. Você vai adorar as dicas
Minas um celeiro de grupos dedicados às artes cênicas

Perdeu a primeira parte? Acesse o link abaixo e conheça mais sobre este City Break em Belo Horizonte
Belo Horizonte: riqueza em cultura, gastronomia e entretenimento

Postado por Angela Karam - 12/07/2017 às 11:37



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