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TURISMO-SA - Angela Karam e Camila Karam
DESTINOS INTERNACIONAIS

Histórias reais mostram como viagens em formato de expedição permitem conhecer outros países com segurança, apoio e zero perrengue.





Templo Haedong Yonggung na Coréia | Divulgação

Viagens em grupo e formato de expedição transformam sonhos em realidade para brasileiros

Viajar para o outro lado do mundo sem companhia, sem falar inglês ou carregando medos antigos, como fobia de avião ou do mar, pode parecer um plano improvável. Mas é justamente nesse cenário que o formato de viagem em expedição vem ganhando força entre brasileiros que desejam conhecer outras culturas sem enfrentar perrengues.

Modelos como o oferecido pela Se Tu For Eu Vou – Viagens propõem uma experiência que vai além do turismo tradicional. As expedições são feitas em grupo, com acompanhamento de guia da agência em tempo integral, logística totalmente organizada e apoio constante — criando um ambiente seguro e acolhedor para quem quer viajar mesmo fora da zona de conforto.

Fobia, medo e primeira viagem internacional

O radialista Antônio de Paula Lima, 60 anos, morador de Belo Horizonte, sempre sonhou em viajar para fora do Brasil, mas adiava o plano porque a esposa tem fobia de avião. Ao conhecer o modelo de expedição da agência, decidiu embarcar sozinho — e logo escolheu um destino desafiador: Tailândia, mesmo tendo medo de água.

“Viajar em grupo é muito divertido. A gente faz amizade e não se preocupa com nada”, conta Antônio. Com o incentivo constante de Luis Antonio Caetano, sócio e diretor de expedições da empresa, ele venceu o medo, entrou no mar, colocou a máscara e viu peixinhos pela primeira vez.

A experiência incluiu o Festival das Lanternas, um dos eventos culturais mais tradicionais da Tailândia, e abriu caminho para novas viagens internacionais. Hoje, Antônio já visitou Suíça e Londres e planeja uma próxima expedição ao Chile.

Mercado do Trilho em Bangkok | Divulgação

Do “interior do interior” ao outro lado do mundo

O formato de expedição também foi decisivo para Adma Giane Menegazzo Rover, 37 anos, dona de casa e moradora de Moraes Almeida, distrito de Itaituba, no Pará. Vivendo a cerca de 800 quilômetros do aeroporto mais próximo e sem nunca ter saído do Brasil, ela decidiu embarcar sozinha rumo à Coreia do Sul.

“Queria um destino totalmente diferente, cultura, língua, comida. Se não fosse nesse formato, eu nunca teria tido coragem”, afirma. Sem falar inglês, Adma destaca a tranquilidade de não precisar se preocupar com alimentação, deslocamentos, ingressos ou até mesmo com a bagagem extra que trouxe na volta. “É uma agência que não só passa segurança. É segura.” Agora, ela já planeja novas expedições para Japão e China.

Uma das expedições | Divulgação

Viagem sem decisões e com apoio total

Já Deuselina Almeida, conhecida como Duda, 50 anos, comerciante de Icó, no interior do Ceará, sempre teve o sonho de fazer uma viagem internacional, mas o medo dos perrengues — idioma, transporte, comida — falava mais alto. Em 2023, fez sua primeira expedição para a Tailândia, acompanhada do marido e do filho.

Gostou tanto que, desde então, já passou por Catar, Estados Unidos e Chile. “É perfeito para mim porque não preciso resolver nada, escolher nada, decidir nada”, resume.

Mesmo se considerando “difícil para comer”, Duda se surpreendeu ao se apaixonar pela gastronomia tailandesa. Para ela, o diferencial do formato de expedição aparece nos detalhes: apoio desde o embarque no Brasil, ajuda com documentação, imigração e até abertura de conta digital internacional.

Durante um passeio de barco, quando a máscara de mergulho não se ajustou, a solução veio de forma simples e humana: Carolina Taketomi, sócia da Se Tu For Eu Vou, emprestou a própria máscara. “Se não fosse isso, eu teria ficado sem mergulhar. Foi lindo”, relembra.

Expedições: mais do que viagens, conexões humanas

Essas histórias ajudam a explicar por que o turismo em formato de expedição atrai um público cada vez mais diverso. Mais do que destinos exóticos ou roteiros bem planejados, esse modelo entrega acompanhamento próximo, cuidado e confiança — ingredientes essenciais para quem quer atravessar oceanos, idiomas e medos sem precisar fazer isso sozinho.

Para este ano, a Se Tu For Eu Vou – Viagens já tem expedições programadas para Peru, Egito, Japão, China, Islândia (caçada à Aurora Boreal) e Tailândia, durante o Festival das Lanternas.

“Percebemos que há um mercado crescente para esse nicho. Muitas pessoas querem viajar, mas não têm tempo para organizar uma viagem internacional ou não têm companhia. Outras preferem a expedição pelas facilidades que esse modelo oferece”, explica Luis Antonio Caetano.

Segundo ele, todos os roteiros são previamente testados. “Antes de levar o grupo, viajamos para verificar voos, hotéis, transfers, restaurantes, atrações e eventos. Um líder acompanha o grupo desde a saída do Brasil até o retorno, ajudando no check-in, imigração, hospedagem e até nas compras, além de estar presente em todas as atividades.”

Mais em: agenciasetuforeuvou.com/



Postado por
no dia 09/02/2026 às




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