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TURISMO-SA - Angela Karam e Camila Karam
TURISMO E MERCADO

Caso de influenciadora brasileira em Orlando reacende debate sobre os altos custos médicos nos Estados Unidos e reforça a importância do seguro viagem em 2026.





Atendimento médico nos Estados Unidos pode custar milhares de dólares | Pixabay

Atendimento médico de R$ 85 mil nos EUA expõe risco de viajar sem seguro

O relato recente da influenciadora brasileira Débora Rocha reacendeu o debate sobre os altos custos da saúde nos Estados Unidos e os riscos de viajar sem seguro viagem. Durante uma viagem a Orlando, a brasileira precisou de atendimento médico de urgência após ser mordida por um cachorro e recebeu uma cobrança estimada em US$ 17 mil — cerca de R$ 84 mil.

Segundo a influenciadora, os custos envolveram vacinas avaliadas em aproximadamente US$ 2,5 mil cada, aplicação de imunoglobulina estimada em US$ 4 mil e uma taxa hospitalar próxima de US$ 5 mil apenas pelo primeiro atendimento no pronto-socorro. Apesar do susto, ela não precisou arcar com os valores graças ao seguro viagem contratado, que possuía cobertura médica de até US$ 175 mil.

O episódio reforça um alerta já conhecido pelo setor de turismo: despesas médicas no exterior, especialmente nos Estados Unidos, podem atingir valores extremamente elevados, mesmo em situações consideradas simples.

Custos médicos nos EUA podem ultrapassar US$ 50 mil

Levantamento da Affinity Seguro Viagem mostra que, em Orlando — um dos destinos mais procurados pelos brasileiros — os custos médicos variam significativamente:

  • Apendicite: cerca de US$ 50 mil
  • Torção de tornozelo: aproximadamente US$ 5,8 mil
  • Gastroenterite ou infecção urinária: em torno de US$ 250
  • Atendimento simples por febre ou dor de cabeça: cerca de US$ 200

Os números evidenciam como até ocorrências consideradas leves podem gerar despesas elevadas para turistas sem cobertura.

Brasileiros ainda viajam sem seguro

Dados atualizados de 2026 também revelam um cenário preocupante. Segundo levantamento do Affinity Seguro Viagem, com base em informações da ANAC e da SUSEP, mais de 8,3 milhões de brasileiros viajaram ao exterior apenas no primeiro trimestre deste ano.

Apesar do crescimento do turismo internacional, a adesão ao seguro viagem continua baixa. Aproximadamente 7,8 milhões de viajantes embarcaram sem qualquer cobertura, enquanto apenas 468,5 mil contrataram seguro viagem. No turismo doméstico, o cenário se repete: cerca de 25 milhões de passageiros viajaram sem proteção.

A projeção para 2026 indica que mais de 33,3 milhões de brasileiros devem realizar viagens internacionais até o fim do ano, ampliando a preocupação do setor sobre a falta de proteção financeira em caso de emergências médicas.

“O seguro viagem deixou de ser um item opcional há muito tempo. Ele é uma ferramenta essencial de proteção financeira e assistência ao viajante”, afirma Marilberto França.

Segundo o executivo, para destinos como os Estados Unidos, o ideal é contratar planos com cobertura mínima de US$ 60 mil para despesas médicas e hospitalares, considerando os altos custos do sistema de saúde norte-americano.

Mais informações em: www.affinityseguro.com.br.  



Postado por
no dia 07/05/2026 às




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