×
DESTINOS NACIONAIS DESTINOS INTERNACIONAIS CITY BREAK TURISMO E MERCADO FEIRAS EVENTOS HOTELARIA GASTRONOMIA DICAS TURISMO SA TV NEWS BY PR NEWSWIRE ÚLTIMAS NOTÍCIAS PARCEIROS SERVIÇOS QUEM SOMOS - EQUIPE CONTATO
     

Whats Instagram Instagram Facebook
×
ENCONTRE SUA NOTÍCIA

TURISMO-SA - Angela Karam e Camila Karam
DESTINOS NACIONAIS

Mais do que viajar, estar junto a Floresta Amazônica é se transportar para outro mundo





Por: Angela Karam

O Brasil é, sem dúvida, um dos lugares mais bonitos do mundo. E podemos afirmar, sem medo de errar, que uma das localidades que mais encantam turistas nacionais e estrangeiros, é a grandiosa Floresta Amazônica.

angela karam floresta amazonica

A abundância da biodiversidade existente na Floresta Amazônica é percebida por todos os nossos sentidos: Nas cores, nos cheiros , na intensidade da luz, no clima quente, que aquece, não só o nosso corpo, mas sobretudo, a nossa alma.

É aqui nesse magnífico paraíso que, segundo especialistas, está uma das grandes tendências do turismo pós-pandemia. Um lugar preservado, cercado pela natureza, tranquilo, perfeito para a gente se desconectar do mundo de um jeito diferente.

Então, inspire e expire bem fundo, relaxe e prepare-se para conhecer um lugar que vai te levar para experiências únicas e inesquecíveis.

Nosso destino está situado em Autazes, cerca de 100 km ao sudeste de Manaus, numa área totalmente preservada de 7 mil hectares. A escolha da hospedagem não poderia ser tão acertada: o Juma Amazon Lodge, um dos mais tradicionais, bonitos e competentes hotéis da região.Mas, para chegar até lá, levamos cerca de 3 horas.

O primeiro trecho do transfer é feito de barco rápido do Porto do Ceasa até a Vila do Careiro. Aqui, é possível ver o belíssimo Encontro das Águas, espetáculo que representa a confluência dos Rios Negro, de águas escuras, e Solimões, de águas barrentas.

Depois, a viagem segue de micro-ônibus pela estrada até o Rio Maçarico pela Rodovia BR 319, que liga Manaus a Porto Velho.

Chegando ao rio, é preciso pegar outro barco rápido. E nesse novo trajeto as paisagens surgem diante dos nossos olhos, com toda a sua exuberância e mistério, num espetáculo de tirar o fôlego.

Localizado no meio da Floresta Amazônica o Juma Amazon Lodge, foi planejado há mais de 20 anos para ser totalmente integrado à floresta.

Um hotel de floresta e não, na floresta. Isso faz diferença Sim, e muita. Significa dizer que ele foi projetado de maneira absolutamente consciente e sustentável, interagindo com o meio-ambiente, mas sem ultrapassar os seus limites. Toda a arquitetura está em perfeita sintonia com a natureza.

As boas-vindas começam com a hospitalidade e mimos do staff. Somos recebidos com um delicioso suco feito com ingredientes regionais. E como a viagem aconteceu durante a pandemia, somos presenteados com um kit super útil: um frasco de álcool em gel , mascara personalizada e um squizze para ser abastecido com água pura e fresquinha sempre que necessário. Em tempos de distanciamento social, esses gestos delicados são como um afetuoso abraço.

São 19 charmosos bangalôs: 6 com vista para a floresta, 11 com vista para o Rio Juma, 1 especial para famílias e 1 panorâmico. Todos com varanda, rede, ventilador, que é mais do que suficiente para dar conta do calor noturno da Amazônia, mais fresco do que na cidade.

DICA: para quem possuiu mobilidade reduzida, o ideal é optar pelos bangalôs mais próximos da recepção e restaurante. Isso porque os bangalôs voltados para o rio Juma estão localizados numa área exclusiva do hotel e ficam distantes uns dos outros, interligados por passarelas de palafitas. Alguns desses bangalôs, ficam na copa das árvores e até 15 metros do rio no período da seca e podem dar uma balançadinha.

Recomendamos para você:
Restaurante Naia promove Festival Americano em Manaus
O restaurante Naia, que está sob o comando do experiente chef Xavier Medina
7 lugares pelo Brasil que esbanjam arte e arquitetura
Conheça alguns tesouros arquitetônicos espalhados pelo país

Fora essas observações, todos os bangalôs são confortáveis . Ah, o mais importante, nada de internet, televisão, frigobar, secador de cabelo, celular por aqui. Isso seria uma tremenda heresia! A proposta é aproveitar esse raro momento, para se desconectar da tecnologia e se reconectar com a vida que pulsa na selva.

A gastronomia do hotel, também segue a mesma proposta. São refeições leves, saudáveis, que privilegiam os deliciosos sabores do Amazonas, com cores e aromas regionais.

A cozinha, assim como todas as dependências do hotel, seguem com rigidez os protocolos sanitários exigidos pelos órgãos de saúde.

Nesse paraíso há uma infinidade de passeios que fazem parte dos pacotes. Os guias são nativos e bilingues. Sabem tudo da região, explicam o que é e não é permitido fazer floresta, sem agredi-la, nos proporcionando experiências incríveis.

Como a nossa viagem aconteceu na estação da seca, que vai de setembro a fevereiro, e o nível dos rios atinge seu ponto mais baixo, foi possível, entre outros privilégios, avistar os jacarés. Este passeio e feitos à noite. Um clima de mistério e euforia invadem o coração de todos a bordo.

São tantos sons de bichos, como sapos, pássaros e outras espécies que se misturam na escuridão. O guia dirige a lanterna para as margens do rio a procura de um jacaré, e quando o encontra, o coração da gente dispara. É lindo ver os olhos daquele réptil brilhando como duas lâmpadas vermelhas. Nosso destemido guia conseguiu trazer para dentro do barco um filhote de jacaré, para ser examinado com cuidado e depois devolvido ao rio, absolutamente ileso.

E que tal ter no seu diário de viagem o relato de uma pesca da famosa piranha? Essa experiência é mais fácil na época da seca e acontece durante o pôr do sol, na maioria das vezes exuberante.

Posso confessar que nunca tinha visto uma piranha tão de perto. Deu um certo medinho.

Quem gosta de caminhar, a dica é um passeio pela floresta, em que os guias passam noções de sobrevivência e contam curiosidades sobre a vida selvagem. É tanta coisa para aprender, que a gente nem imagina.

Outro espetáculo marcante é o nascer do sol. Se esse momento já é fascinante por si, em qualquer parte do mundo, aqui ganha um toque mais do que especial. Uma revoada de pássaros, como num balé delicadamente ensaiado, se exibe majestoso diante daquele cenário divino, que se apresenta em vários tons de amarelo, laranja, azul... Sinceramente, dá até vontade de chorar.

Outra aventura é o passeio de canoa. Esqueça o trânsito da cidade. Aqui, o vai e vem é das embarcações, de todos os tipos e tamanhos. Uma agitação diferente que faz a gente conhecer o cotidiano dos simpáticos caboclos que acenam felizes com a nossa presença.

Nesse maravilhoso passeio, contamos com a fundamental companhia do nosso guia Ralf especializado e que, portanto, tem um olhar único para descrever a floresta inundada, os igarapés e os igapós, e também as espécies animais que habitam o local. Tendo sorte, é possível até avistar um boto Rosa.

Com uma deliciosa palestra os hospedes do Juma, podem conhecer como o caboclo ribeirinho vive. Alguns abrem as portas de suas casas para passar conhecimentos sobre plantas medicinais, contar histórias, falar da tradição das benzedeiras. Nossa bagagem cultural volta transbordando de sabedoria.

E já que tocamos no assunto, sustentabilidade e responsabilidade socioambiental são marcas registradas do Juma. Isso se faz presente em vários itens. Aqui, nada de luz elétrica. Ela é substituída por painéis de captação solar. Esse mesmo recurso aquece a água dos bangalôs. Todo o lixo é reciclado. O esgoto é tratado por um sistema que reúne os tipos de tratamento conhecidos e aprovados mundialmente.

A água é tratada no local e o hóspede pode se hidratar constantemente com água pura, fresquinha e da mais alta qualidade.

Outra coisa muito bacana e importante é que o hotel conta com mais de 90% da força de trabalho de pessoas da comunidade local, o que ajuda na geração de renda na própria comunidade.

Até a piscina foi pensada de maneira a respeitar o meio-ambiente. Integrada com a natureza, o hóspede aproveita a própria água do rio, desfrutando da paisagem e com total proteção de uma rede colocada para impedir o contato com algum animal que por ventura possa se aproximar. A gente até esquece que está em uma piscina.

Contemplação é outro exercício importante quando se está em um lugar privilegiado como esse. Paz é a palavra que melhor define esses cantinhos.

Mais do que viajar, estar junto a Floresta Amazônica é se transportar para outro mundo. Numa relação de respeito e consciência, entrar em contato com a majestosa e generosa Floresta é uma experiência possível e que todos deveriam vivenciar. Pense nisso,

Nossa equipe viajou a convite do:

Hotel Juma Ópera
Hotel Juma Amazon Lodge

Apoio:
LATAM
DECOLAR
ABRASEL- MA
AFFINITY SEGURO VIAGEM
UNIFLOWERS - FLORAIS DE BACH

Agradecimento:
ANA DAVINI COMUNICAÇÃO



Postado por
no dia 14/11/2020 às

Tópicos: Manaus - Floresta Amazônica - Angela Karam

ENVIE PARA UM AMIGO



Leia mais sobre Nacionais

LEIA TAMBÉM: